casa na árvore

pra sentar na janela e olhar a cidade

Reviravolta olímpica 27 27UTC Julho 27UTC 2008

Arquivado em: pessoal — dshiroki @ 11:26 pm
Tags: , ,

Os mascotes-fofos-beijing-querotodos

Pois é, Brasil, eu aqui, funcionando no horário da China, das 23h às 6h. Rá! Eu? Matinal mesmo quando ia dormir às 6h ou quando virava noites escrevendo gigantescos trabalhos da faculdade. Affe…
Verdade que relutei um bocado. Titubeei e quase desisti, mas cá estou, firme e forte tentando entender porque isso apareceu na minha vida. Juro que abracei a mudança e já me adaptei acostumei.
E trabalhando com esportes (outra coisa que nunca imaginei!) tô louca pra ver gente correndo pra lá e pra cá atrás de transmissões, resultados, nomes (terríveis) atletas. Quero ver todo mundo dormindo vibrando, torcendo, gritando. Mas digam o que quiser, o esporte tem uma imensa função social. Apesar do modo como é usado (Alguém lembra da CSS em dia de final do Corinthians?), o esporte une, abre portas, cria possibilidades. É o esporte que deixa aquele menino sonhar, dividir o mesmo campo e o mesmo vestiário, acima de classes sociais. E olha que eu nem vou falar do Jesse Owens, que eu admiro muuuuuito e que foi/é um tapa na cara de muita gente!

 

Na casa toca: Nervos de aço, Paulinho da Viola 

 

No sleep tonight! 24 24UTC Julho 24UTC 2008

Arquivado em: descontrole, pessoal — dshiroki @ 3:14 am
Tags: , ,

Putaquepariu! Tô aqui acordada há exatas 27 horas e 11 minutos e passarei pelo menos mais umas 6 acordada! Mas o que importa no fim é que minha mãe está bem e passamos por mais essa! Bom, agora eu posso respirar aliviada, e, se um dia eu deitar a cabeça no travesseiro novamente (hahaha), dormir em paz – mas não para sempre!
*Imagina minha cara de olho-travessão de japonesa já fechado!

 

Hoje não toca nada, porque se tocar eu durmo!

 

3,2,1, vai! 22 22UTC Julho 22UTC 2008

Arquivado em: pessoal — dshiroki @ 3:43 am
Tags: , , , ,

“Gostaria muito de pensar em outra coisa. Mas sei que preciso tentar escrever tudo enquanto restar em mim um pouco da criança que fui.” (O dia do Curinga, de Jostein Gaarder)

Agora sim! Resolvi levar esta coisa de escrever a sério. Respeitar critérios e periodicidade. Pra não deixar “morrer a criança”. Escrever me faz sentir, ter outro ângulo, manifestar.
Às vezes parece que a vida funciona de modo circular. Às-vezes-quase-sempre. Vez ou outra me pego vendo ou vivendo tudo de novo e o problema é que eu insisto em tentar entender tudo no meu tempo. Sei que é isso que faz doer, mas um dia eu aprendo.

 

Enquanto em penso, na casa toca: Such great heights, The Postal Service