
Os mascotes-fofos-beijing-querotodos
Pois é, Brasil, eu aqui, funcionando no horário da China, das 23h às 6h. Rá! Eu? Matinal mesmo quando ia dormir às 6h ou quando virava noites escrevendo gigantescos trabalhos da faculdade. Affe…
Verdade que relutei um bocado. Titubeei e quase desisti, mas cá estou, firme e forte tentando entender porque isso apareceu na minha vida. Juro que abracei a mudança e já me adaptei acostumei.
E trabalhando com esportes (outra coisa que nunca imaginei!) tô louca pra ver gente correndo pra lá e pra cá atrás de transmissões, resultados, nomes (terríveis) atletas. Quero ver todo mundo dormindo vibrando, torcendo, gritando. Mas digam o que quiser, o esporte tem uma imensa função social. Apesar do modo como é usado (Alguém lembra da CSS em dia de final do Corinthians?), o esporte une, abre portas, cria possibilidades. É o esporte que deixa aquele menino sonhar, dividir o mesmo campo e o mesmo vestiário, acima de classes sociais. E olha que eu nem vou falar do Jesse Owens, que eu admiro muuuuuito e que foi/é um tapa na cara de muita gente!
Na casa toca: Nervos de aço, Paulinho da Viola
