casa na árvore

pra sentar na janela e olhar a cidade

O melhor do 2008 da Dani – parte 2 8 08UTC Janeiro 08UTC 2009

Arquivado em: bobeirinhas, cotidiano, descontrole, música, pessoal — dshiroki @ 10:11 am
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Acho que eu só vou terminar essa série no inverno de 2009!

Música

                         pulp1the-ting-tings-we-started-nothing-00-front2capa_little_joy_180vampire-weekend

Little Joy, Little Joy – Pra ouvir no fim da tarde ou dançar com alguém. Tem hora que parece uma releitura de algo que ainda não descobri. Achei uma delícia – leve e divertido. E sempre que ouço Brand new start imagino uma dancinha no estilo da cena de Pulp Fiction, só que mais lenta e suave. haha… E tem show na Clash (dia 28, SP) e tbm em Minas.

We Started Nothing, The Ting Tings – Imagine all the girls ah ah ah ah ah ahaha… Não preciso dizer mais nada, só se sacudir freneticamente. Nem sei como descobri esse CD, mas depois ele virou abertura do morno 91210 da Sony e (pasmem!) That’s not my name está na trilha de A Favorita. Globo arrasando na seleção!

Vampire Weekend, Vampire Weekend - Gostei logo de cara. As “paradinhas” do começo de Mansard roof são ótimas e eu tenho vontade de sair pelo trabalho chamando as pessoas pra dançar. Isso também acontece em Walcott, música que também é legal pra ouvir andando de bicicleta ou dirigindo pela cidade. O trabalho deles tem uma pegada mais suave e com menos informação do que o do Ting Tings e tem cara de música de verão.
Não são de  2008 mas também não saíram do meu player: Favourite Worst Nightmare do Arctic Monkeys (2007), Back To Black da Amy Winehouse (2007), Acústico MTV do Paulinho da Viola (2006), Azure Ray do Azure Ray (2001), Gulag Orkestar do Beirut (2006), Buena Vista Social Club do Buena Vista Social Club (1997); Sem Lenço, Sem Documento do Caetano Veloso (1990). Tem outros, mas estes foram essenciais.

Na casa toca: I believe in you, Bob Dylan.

Obs.: Os comentários são terrivelmente cheios de analogias ou é só impressão?

 

“eu deixo tudo sempre pra fazer mais tarde” 9 09UTC Outubro 09UTC 2008

Arquivado em: música, pessoal — dshiroki @ 1:35 am
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“e assim eu caminho no tempo que bem entender
afinal faz parte de mim ser assim.” (Vida doce, Marcelo Um Tira no Jardim de Infância Camelo)

Resolvi tirar o pó daqui após certa “pressão social” (rá).
O título original era pra ser “vai ver era só dizer a ela assim: moça, por favor, cuida bem de mim” – porque eu realmente gostei dessa frase -, mas como escrevi o texto há séééééculos e enrolei pra postar, o CD novo virou velho (oi?!) e eu nem me importo!

Há três finais de semana eu baixei  – e sigo ouvindo diversas vezes – as 10 músicas do CD “Sou” do Marcelo Camelo (ex-Los Hermanos?) que estão disponíveis para download gratuito no Sonora.O álbum foi lançado na íntegra, com suas 14 faixas, em setembro e o meu ainda não chegou por aqui. Voltando ao que interessa, pra mim esse disco é como uma brisa morna que sopra na cara da gente naquela tarde de verão quente, com aquela sensação gostosa que preenche o corpo.
Não entendo de música, então só posso falar de impressões pessoais. E pra mim Sou passa esse calorzinho de fim de tarde ensolarada, em algum lugar legal, perto de natureza. É um disco suave, que me lembrou um pouco o “4″ dos Hermanos, só que mais sereno e doce. E essa coisa de utilizar assobios, passarinhos e sons não tão presentes ao “universo da música tradicional” me encanta. Sons esses que me fizeram gostar de Björk, CocoRosie, Radiohead e Moondog, e que agora me fazem gostar de Camelo. Acho que é porque sou fã de carteirinha so Schafer.
Das faixas, a carioquíssima Copacabana me faz sentir em outra época, onde Carmen e Aurora certamente figuravam nos “top fives” e a gente, meu bem, sairia de cara pintada num bloco de carnaval. Ainda entre as que mais gostei, Janta é fica pelos versos mais do que pela (simpática mas pouco enjoativa) participação de Mallu Magalhães, a nova queridinha da música moderninha brasileira.
A favorita mesmo é Doce Solidão, porque, como disse, é pessoal, e é a que mais me identifico, com uma melodia que me soa doce e melancólica e tem essa coisa de pertencer que eu não sei explicar, mas que a gente entende só de ouvir.

Na casa não toca só Camelo, toca Wait, do Get Set Go.