“Gostaria muito de pensar em outra coisa. Mas sei que preciso tentar escrever tudo enquanto restar em mim um pouco da criança que fui.” (O dia do Curinga, de Jostein Gaarder)
Agora sim! Resolvi levar esta coisa de escrever a sério. Respeitar critérios e periodicidade. Pra não deixar “morrer a criança”. Escrever me faz sentir, ter outro ângulo, manifestar.
Às vezes parece que a vida funciona de modo circular. Às-vezes-quase-sempre. Vez ou outra me pego vendo ou vivendo tudo de novo e o problema é que eu insisto em tentar entender tudo no meu tempo. Sei que é isso que faz doer, mas um dia eu aprendo.
Enquanto em penso, na casa toca: Such great heights, The Postal Service
